--- ## Ficha Técnica **Título do Trabalho:** [[M78]] — The Open Source Creativity Experiment **Cliente:** Leo Becker (Marca Pessoal / Engenharia Criativa) **Categoria:** Innovation Lions / Titanium Lions **País:** Brasil **Duração:** 24 semanas (Fevereiro — Agosto 2026) **Produção:** Leo Becker + Comunidade **Plataformas:** YouTube (série semanal), Instagram (documentação diária), Podcast "Fala Colega" (análise semanal), WhatsApp (comunidade), Repositório Aberto (frameworks e agentes) --- ## Big Idea > **"M78 — O Primeiro Projeto Open Source de Criatividade Artificial"** > > Um criativo com 20 anos de experiência abriu publicamente o processo de construir o agente de IA que pode substituí-lo. Convidou uma comunidade de milhares de profissionais criativos para construir junto. Toda semana, documentou o que a IA consegue e o que não consegue — com vulnerabilidade, com dados, com clientes reais. O resultado não foi uma resposta sobre a máquina. Foi uma descoberta sobre nós. O primeiro mapa honesto de onde acaba a IA e onde começa o que nos torna insubstituíveis. Construído por quem mais tem a perder com essa resposta. --- ## Sumário da Entrada Em 2016, uma IA jogou Go contra o melhor jogador do mundo e fez uma jogada que nenhum humano faria — o Movimento 37. Foi a primeira vez que uma máquina fez algo genuinamente criativo. Mas o que quase ninguém lembra é o que aconteceu depois. Dois jogos depois, o humano respondeu com o Movimento 78 — chamado de "Toque de Deus". A melhor jogada da vida dele. Uma jogada que ele nunca teria feito se a máquina não tivesse provocado. A IA não matou a criatividade dele. Desbloqueou. Em fevereiro de 2026, o designer e creative technologist brasileiro Leo Becker lançou M78 — um experimento público de 24 semanas para construir um agente de IA capaz de trabalhar como dupla criativa profissional. Inspirado pelo Movimento 78, o projeto não nasceu para provar o que a máquina consegue fazer — nasceu para descobrir o que ela desperta em nós. O que sobra quando a IA faz tudo que achávamos que era talento? Qual é o nosso Toque de Deus? A diferença: ele fez isso em código aberto. Convidou a comunidade a construir junto, compartilhou todas as falhas, abriu todos os processos, publicou métricas de clientes reais. 24 semanas geraram o primeiro Mapa de Gargalos Criativos da IA — uma cartografia colaborativa dos limites da inteligência artificial no campo criativo — e, por consequência, o primeiro mapa do que torna o profissional criativo insubstituível. O projeto reuniu [X] mil criativos ativos, gerou [X] horas de conteúdo semanal, e mudou o tom da conversa sobre IA na indústria criativa: de pânico vs. otimismo cego para evidência compartilhada. Não respondeu "a IA vai nos substituir?" — respondeu "o que a IA revela sobre quem realmente somos?" **Resultados:** _(a preencher após execução)_ --- ## Insight O M78 não é sobre IA. É sobre identidade. A pergunta que a indústria criativa está fazendo — "a IA vai me substituir?" — é o sintoma. A pergunta real é: "o que me torna insubstituível?" E a única forma de responder é testando. Não com teoria, não com opinião — com trabalho real, com clientes reais, com falhas reais. 47% dos trabalhadores veem a IA como ameaça direta. Designers gráficos são a profissão criativa mais ansiosa. A academia batizou esse sentimento de FOBO — Fear of Being Obsolete. Mas as pesquisas também mostram que, quando canalizada, a ansiedade da IA se transforma no maior motor de inovação e aprendizado que já existiu. O medo e o desbloqueio moram no mesmo lugar. É exatamente o que aconteceu com Lee Sedol: a máquina provocou nele a melhor jogada da vida dele. Leo não precisa convencer ninguém de que a IA é o futuro. Isso já está feito. O que ele pode oferecer — e que ninguém mais está oferecendo — é a verdade prática, vivida em tempo real, sem filtro, sobre o que essa revolução realmente significa para quem vive de criar. E, mais importante: a prova de que o que vem depois do medo é maior do que o que veio antes dele. Isso não é conteúdo. É um movimento. E como Seth Godin escreveu: "A maioria dos movimentos não é sobre convencer pessoas a querer algo que não querem. É sobre encontrar pessoas que já têm um desejo latente — e mostrar para onde ir." O M78 é o "para onde ir" de uma geração inteira de criativos. Não para longe da máquina. Para dentro de si mesmos.